
De acordo com a OMS, o surto está associado à cepa Bundibugyo do vírus ebola. Para decretar a emergência internacional, a organização considerou fatores como o risco de disseminação da doença entre países, a crise humanitária na região e a alta mobilidade populacional.
Diferentemente do surto registrado no Congo entre 2018 e 2019, causado pela cepa Ebola-Zaire, atualmente não existem vacinas específicas aprovadas para o vírus Bundibugyo, o que aumenta a preocupação das autoridades sanitárias.
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